Marcondes Araujo

19
Maio

O evento ocorrerá de 23 a 28 de maio, no Cine Sesc Arsenal, com sessões gratuitas

Assessoria | Sejudh-MT

Começa, na próxima semana, em Cuiabá, a 11ª edição da Mostra Cinema e Direitos Humanos, realizada pelo Ministério de Direitos Humanos, com produção nacional do Instituto Cultura em Movimento (ICEM) e patrocínio da Petrobras e banco Itaú. O evento será realizado nas 26 Capitais do país e no Distrito Federal, em centros culturais, instituições públicas e privadas e escolas.

Na Capital mato-grossense, a Mostra ocorrerá de 23 a 28 de maio, no Cine Sesc Arsenal, com sessões gratuitas às 14h, 16h, 18h e 20h.

Nesta edição, o circuito principal conta com 29 filmes, entre curtas, médias e longas-metragens, divididos em três mostras: Panorama, Temática (que abordará questões de gênero) e Homenagem (com foco na obra da cineasta Laís Bodansky). Uma novidade este ano é a Mostrinha, voltada para o público infanto-juvenil e que exibirá outros oito curtas-metragens.

A Mostrinha ocorrerá de 24 a 26 de maio nas escolas municipais Jescelino Reiners e Dr. Orlando Nigro, e no Complexo Pomeri, no período diurno.

Em cada Capital, a Mostra ficará em cartaz de cinco a seis dias e a expectativa é receber um público de mais de 30 mil pessoas em todo o país. Todas as exibições serão gratuitas. No site da Mostra - http://mostracinemaedireitoshumanos.sdh.gov.br - é possível acompanhar quais sessões serão seguidas de debate e quais terão audiodescrição.

Serviço

O que: 11ª edição da Mostra de Cinema e Direitos Humanos

Quando: 23 a 28 de maio de 2017

Onde: Cine Sesc Arsenal

Abertura: 23.05, às 19h

Sessões: a partir de 24 de maio: 14h, 16h, 18h e 20h

Produção Local: Keiko Okamura – 65 99241-9689

Agendamentos: Fernanda Gandes - 65 98449-0919

Programação Gratuita

Sessões com Audiodescrição e Closed Caption

19
Maio

Entre os dias 22 e 26 de maio, a marca vai distribuir 420 mil produtos das linhas Intense e Make B.. A troca será feita nas lojas de todo país a partir de um cadastro no site da ação

A marca que mais entende de beleza no país também ajuda a cuidar do meio ambiente. De 22 a 26 de maio, O Boticário vai trocar embalagens vazias de seus produtos por 420 mil itens de maquiagem nas lojas físicas da marca. A ação faz parte do programa de reciclagem da indústria, o Boti Recicla, que tem como proposta orientar as pessoas e incentivá-las a fazer o descarte correto dos resíduos.

Para fazer a troca, os consumidores precisam se cadastrar no site da promoção (botirecicla.com.br) e, depois, entregar a embalagem vazia em uma loja. Ao fazer o cadastro, o participante escolhe o ponto de venda no qual prefere fazer a troca e verifica a disponibilidade dos produtos de maquiagem das marcas Intense e Make B..O cadastro também garante um voucher de desconto de até 20% na compra de produtos na linha Intense.
A promoção é válida até 26 de maio, apenas nas lojas físicas, ou enquanto durarem os estoques. O cadastro pode ser feito exclusivamente pelo site. O consumidor irá receber na troca apenas um item por CPF cadastrado.

Logística reversa
Permanentemente, a empresa mantém um programa de logística reversa para evitar descartes inapropriados destas embalagens. Em qualquer época do ano, as lojas físicas recebem frascos, cartuchos, potes e outros recipientes das quatro marcas do Grupo Boticário (O Boticário, quem disse, Berenice?, The Beauty Box e Eudora).
 
Todas as embalagens vazias recolhidas são enviadas a cooperativas de coletores de material reciclável homologadas pela indústria. Assim, a empresa contribuiu para a geração de renda das famílias envolvidas na atividade, bem como garante a redução do impacto do descarte inapropriado das embalagens no meio ambiente.

Sobre O Boticário
O Boticário é uma empresa do Grupo Boticário. Inaugurada em 1977, em Curitiba (Paraná), tem hoje a maior rede franqueada de cosméticos do Brasil, com 3.750 pontos de vendas em cerca de 1750 cidades brasileiras e mais de 900 franqueados. Líder no mercado de perfumaria, segundo o Instituto Euromonitor, seus produtos têm preços acessíveis, sofisticação e tecnologia de ponta. São mais de 850 itens, entre maquiagem, perfumaria e cuidados pessoais, como cremes, desodorantes, shampoos, sabonetes, entre outros.

19
Maio

O ICEI teve alta de 0,6 ponto e registrou 53,7 pontos neste mês. Essa alta reverte parcialmente a queda de 0,9 ponto que ocorreu em abril

Com alta de apenas 0,6 ponto em maio frente a abril, o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) registrou 53,7 pontos neste mês. Esse aumento do indicador reverte parcialmente a queda de 0,9 ponto assinalada em abril. As informações são da pesquisa divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) nesta sexta-feira (19). Quando ficam acima de 50 pontos mostram industriais confiantes; abaixo dessa linha, indicam empresários com falta de confiança.

Desde fevereiro, o ICEI se mantém estável, em torno de 53,5 pontos. Em relação a maio do ano passado, o índice está 12,5 pontos maior. No entanto, o índice ainda não ultrapassou sua média histórica de 54 pontos. “Os empresários industriais estão certamente mais confiantes com relação ao ano passado, mas para uma recuperação do investimento suficiente para impulsionar a economia ainda é necessário um crescimento mais significativo do ICEI”, destaca a CNI.

Dos componentes do ICEI, os empresários percebem que há piora nas condições atuais, cujo indicador foi de 46,3 pontos, abaixo da linha dos 50 pontos. Já as expectativas são positivas, com índice de 57,4 pontos.

Empresários da maioria dos setores estão confiantes em maio. Dos 32 setores analisados na pesquisa, apenas seis apresentam ICEI abaixo dos 50 pontos: impressão e reprodução de gravações; outros equipamentos de transporte; serviços especializados para a construção; madeira; minerais não metálicos; e coque e derivados do petróleo.

O levantamento foi feito entre 2 e 12 deste mês com 3.008 empresas. Dessas, 1.231 são de pequeno porte, 1.097 são médias e 680 grandes.

Acesse as pesquisas:

Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) - Brasil

Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) - Mato Grosso


Por Maria José Rodrigues
Da Agência CNI de Notícias

19
Maio

Estamos vivendo um momento no país onde a ética, a moral e o civismo estão à beira de um abismo. Nunca vimos antes tantas reportagens recheando noticiários com denúncias de esquemas e propinas entre gestores públicos e empresários. Uma realidade que abala a política e a economia do Brasil, e que são um reflexo da ambição desenfreada e de uma “cultura de corrupção”.

Listas intermináveis com nomes de políticos e empresários citados por delatores da operação Lava Jato, iniciada em 2014, demonstram que é preciso um choque de ações e providências do Judiciário, afim de que esquemas feitos à margem da lei não terminem por afundar a nossa economia.

O que essa situação tem a ver com o comércio? Tudo. Uma cidade, estado, país, só podem crescer, de fato, se houver seriedade nas relações entre gestores públicos e privados. Não precisamos ir tão longe quando o assunto é corrupção e falta de ética. O legado da Copa do Mundo em Mato Grosso poderia ter transformado Cuiabá em uma cidade muito mais desenvolvida em vários aspectos, principalmente no comércio; porém, o efeito se mostrou desastroso para muitos empresários que tiveram que fechar as portas devido às obras inacabadas na frente de seus estabelecimentos. Foram bilhões de reais desviados, obras superfaturadas e nas que foram concluídas, a qualidade é questionável.

Uma economia forte não pode existir enquanto gestores (públicos ou privados) colocarem seus interesses pessoais e ambiciosos acima do interesse coletivo, seja de uma instituição, seja da administração pública. A corrupção funciona como um verme que corrói, aos poucos, todo um organismo.

Um empresário que se submete às regras desse jogo sujo, tem tanta responsabilidade quanto aquele que propõe um ato de ilegalidade. É preciso que as maçãs podres sejam retiradas do cesto, e que uma nova cultura se estabeleça no país. Homens e mulheres de ética, que tenham a nobreza de pensar no coletivo, que sejam competentes em suas funções. A exposição da corrupção é o início do remédio que o Brasil precisa tomar para que a política e a economia recuperem a vitalidade e, dessa forma, todos sejam beneficiados.

Hermes Martins da Cunha – Presidente Sistema Fecomércio-MT/Sesc/Senac

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