Marcondes Araujo

19
Maio

O projeto “Vender Mais” expandiu território e chegou a Rondonópolis (MT). No lançamento, realizado nesta quarta-feira (17), cerca de 300 empresários e funcionários do comércio assistiram à palestra “Como vender mais e negociar melhor para obter melhores resultados", ministrada pela coach comercial Cléria Dal Bosco.

Essa edição do Projeto Vender Mais é uma realização da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso (Fecomércio-MT), em parceria com o Senac e o Sindicato do Comércio Varejista de Rondonópolis.

O evento faz parte do projeto que oferece cursos de forma gratuita no eixo Gestão e Negócios do Senac, que são: Técnicas de Liderança; Ações Eficazes em Vendas; Processos Logísticos de Estoque e Compras e Gerência de Lojas. Todas ministradas via Ensino a Distância (EaD), pelo Senac-MT.

O presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Rondonópolis, Almir Batista Santana, tem grande expectativa para o sucesso do projeto, devido à forte participação dos empresários e colaboradores do comércio no evento. “Eu fico feliz pela Fecomércio de Mato Grosso, o Senac e o próprio Sindicato de trabalharem juntos e darem essa oportunidade as pessoas e empresários de pequenos e médios portes em se capacitar, pois eles carecem dessa necessidade”, disse o presidente do sindicato, Almir.

Para o empresário do segmento de calçados e confecções da cidade, Aluísio Lessa, que também é tesoureiro do sindicato, a vinda do projeto à cidade, terceira maior em população no Estado, traz otimismo para o comércio varejista, principalmente na área de vendas, que sofre com a falta de treinamentos. “A expectativa dessa parceria, trazendo esses cursos do Senac, pode levar capacitação na área de vendas, o que falta atualmente. A qualificação profissional é uma coisa contínua, por isso, você precisa estar se reciclando, melhorando, treinando e isso vem numa hora importante, com a oportunidade de podermos treinar nossos colaboradores, disse.

O vice-presidente do Sindicato do Comércio Varejista de Rondonópolis, Geovane Reis Sales, que também é empresário de telecomunicações há 20 anos, comemorou a oportunidade de qualificação na cidade. “Antes, os cursos eram bem restritos e de poucas opções nessa área. Agora, com o mercado precisando se reaquecer, esses cursos do Senac vêm para agregar para o comércio e para seus colaboradores de Rondonópolis. São cursos fundamentais para ajudar no comércio da cidade”.

Já o presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo de Mato Grosso (Fecomércio-MT), Hermes Martins, que na ocasião do lançamento foi representado pelo superintendente da Fecomércio, Evaldo Silva, parabenizou o trabalho e o interesse de Almir, a frente do Sindicato, em levar capacitação e aprimorar os conhecimentos, por meio do Senac, naquilo que os empresários do comércio mais carecem na região. "Estamos otimistas com a reação do comércio nesse próximo semestre e com a realização desses cursos e a atuação do sindicato em Rondonópolis, temos certeza que virão pela frente bons resultados", finalizou Hermes.

19
Maio

Rosana Persona | Empaer

O município de Nossa Senhora do Livramento (42 km ao Sul de Cuiabá) completa 287 anos no domingo (21.05). A programação da festa de aniversário começa na sexta-feira (19), a partir das 08h, com a biblioteca itinerante, mostrando a história e os acontecimentos dos antepassados dos Livramentenses, popularmente conhecidos por “papa bananas”. A prefeitura municipal responsável pela organização das comemorações, oferece à população também a Feira de Artes, Música, Dança e Produtos Regionais.

Situado no Vale do Rio Cuiabá, o município de Livramento é considerado um dos mais antigos de Mato Grosso, possui características peculiares e um rico acervo histórico do Estado. Com uma população estimada em mais de 12 mil habitantes, o município destaca-se pela pecuária no sistema de cria, recria e corte. A agricultura é de subsistência, com destaque para a produção de bananas e a criação de peixe em cativeiro.

O supervisor local da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), Luciênio da Silva Miranda fala que durante as festividades acontecerá a Feira da Agricultura Familiar com a participação de 15 produtores. Eles vão expor a produção do município como fruticultura, olericultura, piscicultura, artesanato, doces e outros. Os eventos serão realizados na Praça de eventos da cidade.

De acordo com Luciênio, durante as comemorações do aniversário de Livramento, os extensionistas da Empaer Denise Ávila Gutterres, Ieda de Souza Santos, Kamila Moura de Andrade, Mauro Francisco Spalatti e Isaías Ribeiro de Oliveira, em parceria com os produtores, vão mostrar o trabalho da empresa que é realizado no campo em beneficio do produtor rural.

A abertura do evento acontece no sábado (20.05), a partir das 21 horas na praça de eventos da cidade. Contará com Feira de Artes, gastronômica e alguns shows. O encerramento será no domingo (21).

Mês de festa

As comemorações alusivas aos 287 anos da cidade são realizadas desde o dia 06 de maio, data que foi realizado o festival de atletismo. No dia 12, também houve encerramento do curso de combate, resistência às drogas e a violência, fruto da parceria entre a Polícia Militar do Estado e a prefeitura do município.

19
Maio

Thiago Andrade | Gcom-MT

Em busca de parcerias para a melhoria do setor de pesquisa em Mato Grosso, o governador Pedro Taques e a comitiva mato-grossense conheceram nesta quarta-feira (17.05) o maior centro de pesquisas avançadas de cultura da DuPont Pioneer, na cidade de Des Moines, no estado americano de Iowa. Na ocasião, a empresa se colocou a disposição para abrir parceria com a Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat).

A reitora da Unemat, Ana Maria di Renzo, disse que foi possível ver a importância da pesquisa verticalizada para agregar valor direto a produção. “Isso mostra pra nós, enquanto Estado, a importância de ter aproximação com o produtor rural e com os financiamentos para que possamos evitar tantas perdas na produção como temos tido. Nisso a universidade tem o papel fundamental, nessa escuta das necessidades”, disse a reitora.

Para ela, ao abrir o diálogo com os produtores, a Unemat faz com que os pesquisadores foquem nas necessidades da produção local. “Até agora a gente não teve isso, cada um fez pesquisa de acordo com a sua vontade e não pode ser assim. Aí a universidade pode ajudar no melhoramento, temos melhoristas lá, mas também na questão de pragas, que em função das questões climáticas, só nós (Mato Grosso) temos, isso não vai ser de interesse de uma multinacional, mas nós temos condições de fazer isso”, afirmou.

Após a visita no centro de pesquisa, o governador destacou a importância de aumentar a produção e de ter a tecnologia como uma aliada no aumento da produção atual de alimentos, haja vista o crescimento populacional até o ano de 2050. Taques voltou a lembrar que Mato Grosso tem uma grande importância nesse aumento de produção.

O governador destacou o tamanho da produção atual de que deve chegar a 57 milhões toneladas de grãos, enquanto o país produzirá um total de 217 milhões toneladas. “Precisamos criar um símbolo de que nossa produção é de qualidade. Precisamos ter o um selo de sustentabilidade, para que o investidor confie em investir nos produtos de Mato Grosso. Fomos a vários lugares do mundo fazendo roadshow para vender os nossos produtos”, destacou.

Taques diz ainda que os números mostram que Mato Grosso tem grande importância na segurança alimentar do mundo, por isso tem que ter intenso trabalho de pesquisa. Por fim, afirmou que o desafio do estado é seguir os passos de Iowa e verticalizar a produção. “Nós queremos verticalizar nossa produção, industrializar. Para isso, precisamos de tecnologia e conhecimento e é isso que estamos fazendo”, completou.

O produtor e empresário, Otaviano Pivetta, que acompanha a comitiva do governador nos Estados Unidos, disse que o produtor mato-grossense tem um problema que é vir de uma agricultura imediatista. Para ele, ainda há um distanciamento das pesquisas com os produtores e o produto com muita tecnologia acaba saindo caro para a produção. Ele citou que o custo de plantação por hectare neste ano foi, em média, de R$ 400, mas para cobrir os custos foram usados recursos provenientes de duas toneladas para pagar as sementes.

Para Pivetta, o país erra ao fazer essa política, ressalta que o ideal seria investir o valor disponibilizado como subsídio para o escoamento em infraestrutura.  “Eu sou contra essa política imediatista e pequena dos produtores buscarem recursos de subsídio do Governo Federal para escoar a produção. Mato Grosso faz isso há 15 anos, e já levou R$ 15 bilhões, para escoar o excesso de produção do estado. Sempre fui contra, sempre produzi milho e sempre busquei verticalizar. Não temos o direito de produzir em excesso, só pra dizer que produzimos e buscarmos recursos do Governo Federal. Temos que acabar com isso”, defendeu.

O presidente da DuPont Pioneer na América Latina avaliou como uma honra a visita da delegação de Mato Grosso ao centro de pesquisas. Segundo ele, o estado é o mais importante para a agricultura no Brasil por todo o potencial. “É uma oportunidade única para escutar como podemos ser parte desse futuro brilhante que Mato Grosso tem”, finalizou.

19
Maio

Exportações do café arábica ‘Naturais Brasileiros’ foram de 18,36 milhões de sacas de 60 kg de outubro de 2016 a março de 2017 e corresponderam a 30,56% das exportações mundiais que foram de 60,08 milhões de sacas nesse período - considerado o primeiro semestre do ano cafeeiro 2016/17 pela Organização Internacional do Café

O Conselho dos Exportadores de Café do Brasil – CeCafé apontou em seu Relatório mensal de abril de 2017 que o Brasil exportou 10,15 milhões de sacas de café para 107 países, com receita cambial de US$ 1,78 bilhões, de janeiro a abril deste ano. Em nível global, o Relatório sobre o mercado cafeeiro de abril, da Organização Internacional do Café – OIC, mostrou que no primeiro semestre do ano cafeeiro 2016/17 as exportações mundiais foram de 60,08 milhões de sacas de 60 kg e que as exportações de ‘Naturais Brasileiros’ – café arábica – foram de 18,36 milhões de sacas, que corresponderam a 30,56% do total


O grupo ‘Naturais Brasileiros’ da OIC inclui os cafés do Brasil, Etiópia, Iêmen, Paraguai e Timor-Leste. Especificamente com relação aos Cafés do Brasil, as exportações foram de 17,72 milhões de sacas e corresponderam a 29,49% das exportações mundiais no período de outubro de 2016 a março de 2017 – que para a Organização se refere ao primeiro semestre do ano cafeeiro 2016/17.


Leia essas análises do setor cafeeiro no Observatório do Café, do Consórcio Pesquisa Café, e na página da Embrapa Café.


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