Ambientada com decoração especial o festival atraiu turistas que se surpreenderam ao passar pela rodovia
ALESSANDRA BARBOSA
Foto: Gustavo Duarte
Desde muito cedo a comunidade Rio dos Peixes, localizada na Rodovia Emanuel Pinheiro, KM 23, está mobilizada em torno das iguarias preparadas a base de milho. O evento que começou hoje (21) é uma iniciativa da Prefeitura de Cuiabá por intermédio da Secretaria de Cultura, Esporte e Turismo em parceria da Associação dos Proprietários de Chácaras do Rio dos Peixes e Adjacências, dando continuidade até às 18h do domingo (22).
A comunidade que se formou na rodovia nesses seus 70 anos de existência, era constituida apenas por bares e restaurantes. Entretando, ao longo dos últimos anos vem buscando alternativas e características próprias. A princípio, começaram a ofertar aos transeuntes frutas frescas e alguns poucos produtos feitos do grão, saindo daí a ideia de fazer o festival de pamonha, para fomentar o turismo e aquecer a economia do lugar.
“Nós entendemos que uma região como esta, que já está bem estruturada em termos de bons restaurantes, aliado ao destaque natural que é a produção da pamonha no local. Decidimos junto com a comunidade fazer este primeiro festival. É vontade do prefeito Emanuel Pinheiro fazer com que a prefeitura, cada vez mais, aproxime o turismo e o ecoturismo das comunidades rurais. E a comunidade Rio dos Peixes tem uma tradição muito grande, com mais de 70 anos de história e mais de 280 chácaras no seu entorno. O que nós queremos é que, as pessoas que passem por aqui, comecem a despertar para esta região, que com certeza será mais uma referência para o turismo em Cuiabá”, assegurou Francisco Vuolo, secretário de Cultura, Esporte e Turismo.
O primeiro dia do Festival de Pamonha da Comunidade Rio dos Peixes está atraindo um público especial que daqui para frente pretende realizar eventos como esses, misturando gastronomia em um ambiente próximo a natureza.
A movimentação está surpreendendo quem passa para ir a Chapada dos Guimarães. Além do comércio habitual, para o festival, recebeu uma ambientação preparada pela secretaria adjunta de Tturismo que sinalizou a estrada com motivos que remetem aos pratos produzidos com o milho. A turista de Cacoal, Rondônia, Brenda Cofrin que passou pela Central de Atendimento ao Turista - CAT Móvel para saber mais sobre o evento e sobre o turismo da Capital, se surpreendeu com o evento.
“De longe eu vi a sinalização e pedi para meus amigos pararem o carro por que eu adoro pamonha e eles também. Já comi uma e estou levando para casa bolo e cural e ainda aproveitei pra pegar algumas informações turísticas, já que é a primeira vez que viemos para cá”, disse Brenda.
Ao longo de aproximadamente dois quilômetros da área comercial que a comunidade ocupa é possível visualizar barraquinhas feitas de taquara e teto de palha de coqueiro enriquecendo ainda mais essas delícias, cujos preços variam entre R$ 6 a R$ 7, da pamonha, do bolo e do cural.
“Estamos trabalhando desde ontem nos preparando para acolher quem parar aqui e vier experimentar nossa pamonha. Nossa comunidade é antiga, mas só de dois meses para cá montamos a associação e resolvemos nos unir para melhorar os serviços que a comunidade oferece. Agora é o festival da Pamonha, depois pretendemos fazer o festival do peixe , porque tem muito chacareiro aqui que tem pesqueiro e depois vamos o festival do Pequi, que também temos demais. Tudo com apoio da prefeitura, é claro”, prevê o presidente da Associação dos Proprietários de Chácaras do Rio dos Peixes e Adjacências, Joelson Marques.
Após cerca de oito anos de espera, os moradores da baixada cuiabana voltarão a frequentar o Complexo Turístico da Salgadeira, situado na rodovia Emanuel Pinheiro (MT-251), em Cuiabá. Os trabalhos estão 100% concluídos e já será reaberto no próximo domingo (22.04), às 10h. O evento contará com a presença do governador Pedro Taques, secretários de estado, secretários adjuntos, deputados, vereadores, dentre outras autoridades.
Ao custo de R$ 12,6 milhões, a reforma foi executada pela empresa Concremax Engenharia Ltda. O resgate do local foi possível após a formalização de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), firmado entre o Governo de Mato Grosso e o Ministério Púbico Estadual com homologação do poder Judiciário, no ano passado.
Foram sete meses de obra que deixaram a Salgadeira mais organizada, moderna e cumprindo exigências de responsabilidade ambiental. Agora, o complexo passará a contar com um restaurante amplo, um minimuseu, uma loja de souvenir, um posto policial, um mini auditório, área administrativa, playground, paisagismo e duas guaritas.
A novidade do projeto está na construção de uma estação de tratamento de esgoto, 24 postes de oito metros de altura, com lâmpadas de LED movidas à energia solar e a implantação de 540 metros de trilhas metálica, por onde os visitantes irão andar durante o passeio para evitar o contato com o solo e, consequentemente, sua depredação.
O lugar também terá mirantes, rampas e portas que permitem acesso de pessoas com deficiência. Além de estacionamento com 100 vagas para veículos, sendo cinco para ônibus, 84 para carros, além de 10 reservadas ao administrativo do complexo.
Entidades vão buscar Ministério Público Federal para atuar na situação do Gasoduto, caso o fornecimento não seja retomado até segunda-feira
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A Federação das Indústrias no Estado de Mato Grosso (FIEMT), o Sindicato dos Taxistas de Cuiabá (Sintac) e o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo (Sindipetróleo) devem entrar com uma representação junto ao Ministério Público Federal (MPF), em busca de uma solução para o desabastecimento de Gás Natural, que afeta os mato-grossenses há cerca de duas semanas. “Caso o fornecimento não seja retomado na segunda-feira, vamos buscar a Justiça em defesa de nossos associados”, afirma o presidente da Fiemt, Jandir Milan.
O resultado do desabastecimento são empresas paradas ou funcionando com Gás Liquefeito de Petróleo (GLP), que custa o triplo do valor do Gás Natural. Os taxistas também sofrem as consequências, pois quase a metade da frota de Cuiabá e Várzea Grande opera com Gás Natural – são 782 veículos no total, de acordo com o presidente do Sintac, Adailton Lutz Leite Bispo.
A decisão pela representação judicial ocorreu na manhã desta sexta-feira (20), durante reunião na sede da Fiemt, com a participação de entidades, empresário e do presidente da Companhia Matogrossense de Gás (MT Gás), Emmanuel Almeida Figueiredo Júnior. Ele prestou esclarecimentos sobre a situação atual do fornecimento de gás boliviano para Mato Grosso, apresentando possíveis soluções a curto e longo prazo.
De imediato, o que precisa ocorrer é a assinatura do contrato entre a MT Gás e a empresa que opera do Gasoduto, a GasOcidente Mato Grosso (GOM), que pertence ao grupo J&F. Após a suspensão das atividades de Usina Termelétrica de Cuiabá, administrada pela Âmbar Energia, também do J&F, a GOM se negou a assinar o novo contrato, alegando não compensar a operação do Gasoduto sem a usina, que era o maior consumidor do gás.
A MT Gás conseguiu decisão liminar para que o contrato fosse assinado – porém, mesmo após a assinatura, será necessário aguardar uma possibilidade de compra de gás boliviano, pois a GasOcidente não está disposta a ceder o gás que já está armazenado no duto, nem sequer a título de adiantamento.
“Caso esse impasse continue, além de pedir a retomada imediata do fornecimento, também vamos solicitar ao MPF informações esclarecimentos acerca do instrumento que ampara o monopólio da operação do Gasoduto, uma vez que se trata de autorização dada pela União há cerca de 20 anos. Não podemos arcar com o prejuízo e também vamos entrar com ação coletiva de ressarcimento dos danos, se a situação não se resolver com agilidade”, afirma Jandir Milan.
Para ele, o cenário incerto acerca do restabelecimento do fornecimento de gás aos consumidores mato-grossenses prejudica a economia e afeta a vida de centenas ou até milhares de famílias.
Além de Milan, Figueiredo e Bispo, participaram da reunião os empresários Alexandre da Silva, da Mitsui Alimentos, Daniel Locatelli, da GNC MT e Sindipetróleo, Dilceu Antonio Lorenzet, do Grupo Aldo, Heitor Trentin, da Prol Móveis, e Moyses Morgado, da PAP Rações, bem como Francisco Jammal, também da MT Gás, e Gustavo Pinto Coelho de Oliveira, vice-presidente da Fiemt.
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A Faculdade de Tecnologia Senai MT (Fatec Senai MT) resolveu inovar na oferta de MBA e trouxe para Mato Grosso os cursos de Desenvolvimento de Produtos Alimentícios e Big Data. A faculdade também está com vagas abertas para MBA em Gestão da Segurança da Informação e Logística. As aulas ocorrerão a cada 15 dias (sexta, sábado e/ou domingo), na sede da instituição, junto ao Senai do Porto. As inscrições seguem até dia 08 de junho de 2018. De acordo com o diretor acadêmico da Fatec Senai MT, Rubens de Oliveira, os cursos disponibilizados seguem as necessidades do mercado. “A combinação entre as tecnologias (big data, computação em nuvem, inteligência artificial e sistemas de simulação virtual) abre um leque inédito de possibilidades, além de fomentar o surgimento de novos modelos de negócio, produtos e serviços a eles atrelados. A Fatec como instituição de vanguarda saí mais uma vez na frente ao ofertar cursos inéditos no estado”, esclarece. Saiba mais sobre cada um dos cursos disponíveis clicando AQUI e faça a pré-inscrição pelo site. A Faculdade de Tecnologia Senai MT oferece descontos de 15% para trabalhadores da indústria e dependentes, além de 20% para ex-alunos. Mais informações no 0800-777-9737 ou pelo (65) 9 9806 3806. |
