Marcondes Araujo

26
Maio

“60 Anos Depois” conta com patrocínio da SecelMT e participa do LASA 2026 International Congress – Republic & Revolution – Paris, França

O documentário “60 Anos Depois”, que traz acontecimentos da ditadura militar na perspectiva mato-grossense. Realizado pela Cia Cena Onze, com o patrocínio da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT) via emenda parlamentar, o filme circulou nos festivais: MENÇÃO HONROSA - 24ª MAUAL - Mostra de Audiovisual Universitário e Independente da América Latina (Cuiabá, MT, Brasil, 2025); SELECIONADO - 43° Festival Internacional de Cine LASA (Paris, França, 2026); SELECIONADO - 22° CINEMATO - Festival de Cinema e Vídeo de Cuiabá (Cuiabá, MT, Brasil, 2025); SELECIONADO - 16° LANAFF - Latino & Native American Film Festival (Online, 2026); SELECIONADO - 14° FAMMA - Festival Audiovisual de los Montes de María (El Carmen de Bolívar, Colombia, 2025); SELECIONADO - 12° Sahar International Short Film Festival (Oldham, Inglaterra, 2025); SELECIONADO - 9° DOC-KET - Festival de Cine Documental Emergente (Equador, 2026); SELECIONADO - 5° Festival Cine Urutu (Pindamonhangaba, SP, Brasil, 2025); SELECIONADO - 3ª Muestra de Cine Comunitario Tetlalmanche (Cidade do México, México, 2025); SELECIONADO - 2° Yalova International Film Festival (Yalova, Turquia, 2025); SELECIONADO - 2° Baixada Festival de Cinema (Pinheiro, MA, Brasil, 2025); SELECIONADO - 1° Muğla Zeytin Çiçeği International Short Film Competition (Muğla, Turquia, 2025); SELECIONADO - 1ª Mostra Cine Wanka (Vilhena, RO, Brasil, 2026).

No 43° Festival Internacional de Cine LASA (Paris, França, 2026) o filme foi recepcionado com muita estima pela diretora do festival dr. Claudia Firma. A representação do filme foi marcada pela produtora Flávia Taques e pelo ator Aguinaldo Rodrigues. O documentário foi assistido por mais de 50 pessoas que ao final recebeu aplausos.

“As exibições reforçam a relevância da obra que mergulha na história da ditadura militar em Mato Grosso, tema que ressoa para além das fronteiras nacionais”, menciona produtora executiva do documentário, Flávia Taques.

O documentário tem 21 minutos de duração, e revela histórias de resistência e dor com relatos de pessoas que viveram em Mato Grosso durante o período da ditadura militar. A narrativa é feita pelo olhar do professor mato-grossense Waldir Bertúlio, testemunha ocular de fatos que marcaram a época (1964 a 1985).

As entrevistas foram conduzidas pelo historiador João Carlos Vicente Ferreira, com depoimentos também de Thelma de Oliveira, Gilney Viana, Larissa Freire, Gonçalo Antunes Neto, Daniel Augusto Alves, Sônia Lafoz, Felinto Ribeiro Neto e Eliete Teixeira.

A direção de fotografia é assinada pelo cineasta Luiz Marchetti; o roteiro de Júlia Groppo; e produção executiva de Flávia Taques. A pesquisa histórica contou com a colaboração dos pesquisadores Cátia Cristina Silva, Francisco Rocha, Márcio Borges e Rafael Adão; a direção geral é de Flávio Ferreira.

13
Abril

Com ilustrações feitas pelos netos, netas, bisnetos e bisnetas da própria vó Cila, a obra de Flávio Ferreira propõe o resgate do folclore regional e do diálogo entre gerações. Lançamento acontece no dia 16 de abril, às 19h, no Cine Teatro Cuiabá.

O resgate das lendas e do folclore de Mato Grosso é o fio condutor de "Histórias da Vovó do Coxipó", novo livro infanto-juvenil do dramaturgo, escritor e membro da Academia Mato-grossense de Letras, Flávio Ferreira. A obra, publicada pela Editora Memória Brasileira, será lançada na próxima quinta-feira, dia 16 de abril, às 19h, no Cine Teatro Cuiabá.

O livro traz narrativas orais originalmente contadas pela Vó Cila e ouvidas por seus netos, reavivando no imaginário infantil mitos populares como o Minhocão do Pari, a Alavanca de Ouro e a Mula Sem Cabeça, entre outros. Um dos grandes diferenciais da publicação é o seu caráter afetivo: as ilustrações foram feitas exclusivamente pelos netos e bisnetos da Vó Cila.

Segundo o autor, a iniciativa busca ser um antídoto contra o distanciamento provocado pelas telas. “Eu escutava essas histórias da minha mãe, dos meus avós. Nos tempos atuais, em que o celular, o tablet, as redes sociais e outras tecnologias tomam conta do universo infantil, senti a necessidade de expor essas memórias para que a nossa cultura mato-grossense não se perdesse com o tempo", explica Flávio Ferreira.

O escritor destaca ainda o objetivo de unir as famílias em torno da leitura. "A proposta é que avós, mães, pais e educadores sejam incentivados a retornar aos diálogos familiares, inventando momentos aconchegantes e intimistas. A contação de histórias é uma ferramenta de fortalecimento do processo criativo e uma forma de resgatar os afetos e saberes dos nossos ancestrais”, completa.

A atmosfera poética da obra também é ressaltada por João Carlos Vicente Ferreira, diretor da Editora Memória Brasileira. “Abrir este livro é como entrar em uma noite serena, onde o vento traz o cheiro da terra molhada, o canto distante das aves e o sussurrar das águas do rio Coxipó em rumo ao Pantanal. Cada página é uma trilha por caminhos de memória, onde histórias se entrelaçam com o sonho, e o tempo parece se dobrar, permitindo que passado e presente dancem lado a lado”, descreve o diretor.

A relevância cultural e educativa do projeto garantiu o apoio da Secretaria Municipal de Educação. Com o intuito de democratizar o acesso à cultura regional, os livros serão distribuídos gratuitamente para as escolas municipais de Cuiabá.

Sobre o Autor Flávio Ferreira é dramaturgo, escritor, professor, advogado e pesquisador. Ocupa a Cadeira 35 da Academia Mato-grossense de Letras, é coordenador da MT Escola de Teatro e diretor da Companhia de Teatro Cena Onze. Entre seus livros publicados estão Até Quando? (1991), Paixão Pantaneira (2012) e O Louco Nosso de Cada Dia e Outros Filhos (2021). No teatro, dirigiu mais de 40 espetáculos ao longo de sua carreira, com destaque para a Trilogia Cuiabana (1994), Romeu e Julieta (2015, 2016), Fica, Pedro! (2009, 2016, 2017), Mulheres da Terra e o recente 60 Anos Depois (2024).

Sobre a Editora Memória Brasileira atua na difusão de conteúdos focados na preservação da cultura e da literatura. A parceria com Flávio Ferreira para o lançamento de "Histórias da Vovó do Coxipó" reforça o compromisso da editora em valorizar o folclore local e fomentar a educação patrimonial entre as novas gerações.

SERVIÇO

  • O que: Lançamento do livro infanto-juvenil “Histórias da Vovó do Coxipó”, de Flávio Ferreira.
  • Data: 16 de abril de 2026 (quinta-feira)
  • Horário: 19h
  • Local: Cine Teatro Cuiabá
  • Entrada: Gratuita
27
Janeiro

Iniciativa viabilizada por emenda parlamentar e apoio da SECEL-MT realizará oficinas e exposição final no Cine Teatro Cuiabá.

Com a missão de transformar vidas através da cultura de rua, o projeto "Hip Hop Combate às Drogas" lança uma nova etapa de suas atividades em Mato Grosso. Atuando desde 2015 sob a liderança de Mano Raul, a iniciativa utiliza os quatro elementos do Hip Hop (MC, DJ, Break Dance e Graffiti/Colagem) como ferramentas terapêuticas e de ressocialização para jovens e adultos em situação de dependência química.

O projeto defende que a dependência é uma doença que exige tratamento humanizado. Para isso, oferece cinco oficinas práticas que abordam dança, música, artes visuais e escrita. O objetivo é oferecer reconhecimento social e combater a exclusão, fatores que frequentemente agravam o uso de substâncias como o crack.

A realização é da AMADEQ (Associação Matogrossense de Amparo ao Dependente Químico), viabilizada por meio de uma emenda parlamentar do Deputado Estadual Beto Dois a Um, com apoio da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT) e da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (SECEL-MT).

Ao longo de sua trajetória atual, o projeto realizará cinco oficinas focadas na expressão pessoal e recuperação. O encerramento deste ciclo já tem local definido: o saguão do Cine Teatro Cuiabá. No local, serão expostas as obras de colagem e produções artísticas desenvolvidas pelos participantes, simbolizando a transição do "vazio da dependência" para a criatividade e a vida.

Sobre o Projeto: Idealizado por Mano Raul, o projeto atua como um "abraço em forma de arte", onde a discotecagem dita o ritmo, o Break desafia a gravidade e o Rap dá voz a quem foi silenciado. A iniciativa reforça o lema de que "a arte liberta", servindo como ponte para resgatar a cidadania e a esperança.

27
Dezembro

Sob gestão da Associação Cultural Cena Onze, espaço histórico supera desafios de infraestrutura e se consolida como palco essencial para a diversidade cultural e sede da MT Escola de Teatro.

Inaugurado em 1942 e reconhecido como um dos mais importantes patrimônios arquitetônicos da capital, o Cine Teatro Cuiabá continua a escrever sua história como o coração pulsante da cena cultural local. Mais do que um monumento preservado, o espaço se destaca hoje como um centro de produção e difusão artística, recebendo milhares de espectadores anualmente para uma programação diversificada que inclui teatro, cinema, concertos e espetáculos cênicos.

A gestão do Cine Teatro Cuiabá é feita pela Associação Cultural Cena Onze (uma OSCIP) através de um Termo de Colaboração/Contrato de Gestão com a SECEL-MT (Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer de Mato Grosso), firmados desde 2016. 

A administração tem sido elogiada por sua capacidade de articular a memória histórica com a efervescência contemporânea. O local não apenas exibe arte, mas também a fomenta, servindo como sede para as atividades da MT Escola de Teatro, transformando o prédio histórico em um verdadeiro laboratório de novos talentos e formação profissional.

O Cine Teatro Cuiabá é um dos únicos teatros que oferece cinema de rua, com os projetos: A Escola vai ao Cine, Encontros com Cinema, Sessão Vitrine e Ponto de Cultura com o projeto Cinema para Todos. Neste ano (2025), o Cine Teatro Cuiabá abriu suas portas para mais de 300 eventos, e mais de 50 mil pessoas passaram pelo espaço.

 

Compromisso com a Preservação e Conforto

Como todo edifício de caráter histórico e de uso intenso, o Cine Teatro enfrenta desafios naturais em sua infraestrutura. Ciente da importância de oferecer a melhor experiência ao público e aos artistas, a gestão tem atuado ativamente na realização de reformas e manutenções pontuais.

Intervenções recentes focaram na modernização e reparo do sistema de ar-condicionado, manutenção do piso e melhorias nas instalações hidrossanitárias. Essas adaptações estruturais visam garantir que o conforto do público esteja à altura da grandiosidade dos espetáculos apresentados, superando oscilações pontuais de funcionamento para assegurar a longevidade do espaço.

 

Um Espaço de Encontro e Memória

As avaliações do público e da crítica reforçam o Cine Teatro Cuiabá como um ponto de encontro insubstituível. A alta procura e o engajamento nas atividades propostas demonstram que, apesar dos desafios inerentes à manutenção de um prédio antigo, o local mantém sua relevância intacta.

"O Cine Teatro é um organismo vivo. Nosso trabalho vai além de abrir as portas; é sobre garantir que este patrimônio continue sendo um espaço seguro, confortável e vibrante para a arte e para a população cuiabana," destaca a gestão da Cena Onze.

O Cine Teatro Cuiabá segue para 2026 de portas abertas, convidando a população a ocupar este espaço que é, acima de tudo, um símbolo da identidade cultural de Mato Grosso.

banner lateral

 

GRUPO ENTREVIA

(65) 9 8404-6977 (OI)
(65) 9 9953-8309 (vivo) Whatsapp
(65) 9 9210-1819 (Claro)
(65) 9 8121-9249 (Tim)

O Grupo

Redes Sociais

Siga-nos em nossas redes sociais e fique por dentro do Grupo Entrevia..

Facebook Twitter RSS Pinterest Youtube Google+

GPlus Flickr Blogger/ Vimeo Picasa Instagram

GRUPO ENTREVIA - EVENTOS EM GERAL- TEATRO - DESIGN GRAFICO - FOTOGRAFIAS - ASSESSORIA GLOBAL